sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Temos mesmo um (pequeno) problema?

Vivemos uma “degradação coletiva da humanidade”, em que todos vivem paranóicos em busca do inatingível, e supérfluo , como o padrão de beleza perfeito, a fama as custas de idiotices, dinheiro/sucesso pelo caminho mais fácil e a busca pelo poder de coisas que não deveriam ter um único dono.
Ninguém para pra pensar naquilo que é ,de fato, seu e importante. Não pensam que diferenças existem para serem respeitadas, até porque, se não fosse pra ser assim, só existiria a igualdade. Na verdade, o que não deveria existir era essa tentativa de impor a igualdade! Não somos iguais, somos DIFERENTES!
Alguns têm mais sorte que outros mas nada vence o poder da determinação, que mesmo se a pessoa tiver toda a sorte do mundo ainda precisa da determinação e força de vontade para superar os tombos na vida, porque se esses não houvessem, não faria sentido a criação de seguros de vida.
Deveríamos pensar assim: “o trabalho é o antecessor do sucesso” e não “o sucesso é o sucessor do trabalho” – pode não parecer, mas faz diferença, pois na 1ª frase o que pensamos primeiro é no trabalho e, na 2ª, no sucesso.
Agora, imagine esses agravantes (mais os outros inúmeros existentes), ampliados em uma escala global. Uma espécie de pandemia, que pode não matar fisicamente, mas mata – e muito! – a parte emocional e, principalmente, a racional de milhões de pessoas.
Talvez o mal do século não sejam as doenças cuja a cura não foram descobertas, e sim, a ignorância espalhada pelo mundo inteiro em uma rapidez maior que o vírus da gripe.

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